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Cada um tem um motivo para seguir em frente ou recomeçar. Emiliana é maratonista, apaixonada por corrida. Depois de descobrir um câncer, se cuidou e ainda participou da Volta da Pampulha. Veja como foi emocionante:

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De volta na volta

A Emiliana dividiu com a gente sua história de superação. Conheça:

Em janeiro deste ano, fui fazer uma colonoscopia. Estava tranquila: além de ser muito saudável, cuidar da alimentação e praticar atividades físicas, meus exames recentes não haviam detectado nada. Em nenhum momento passou pela minha cabeça que eu poderia estar doente.

Na verdade, tudo começou seis meses antes, quando tive uma obstrução intestinal e passei muito mal. Na época fui a um gastroenterologista da Unimed que me pediu um exame de tomografia. Esse exame não foi suficiente para o diagnóstico do meu mal-estar, então um exame de colonoscopia foi solicitado. Mas nessa época eu estava treinando para minha primeira maratona e minha mãe estava doente. Acabei deixando a colonoscopia pra depois.

Passando a minha primeira maratona, fiz o exame solicitado pela Unimed-BH. Quando o Dr. Marcilio recebeu o resultado e me disse que havia encontrado um adenocarcinoma de 8 cm no meu intestino, não consegui assimilar. Olhei para o meu marido e desabei. Nessa hora, o acolhimento e o cuidado do Dr. Marcílio foram fundamentais para eu acreditar que poderia dar a volta por cima. Ele realmente foi mais que um médico. A partir desse dia, deu todo o suporte necessário para que eu me sentisse melhor.

Estar doente não combinava comigo, com meu estilo de vida. As perguntas e questionamentos me ocorriam o tempo todo, mas a principal era: será que vou morrer?

É um sentimento estranho, porque todos nós sabemos que isso vai acontecer um dia. Mas, nesse caso, era como se fosse acontecer no dia seguinte. Olhei a vida de outra forma, e as perguntas mudaram: eu deixei de viver alguma coisa? As escolhas que fiz foram certas? Perdoei as pessoas que me magoaram? Dei o meu melhor?

Para retirar o tumor, foi necessária uma cirurgia. Apesar de ter dado tudo certo, ao sair do hospital, não tinha certeza se eu estava realmente curada. Era preciso saber o resultado da biópsia.

Ainda debilitada, temendo pela quimioterapia, foi um alívio receber o diagnóstico da cura pelo meu oncologista. Eu nem acreditei! O sentido da vida passou a ser outro, cada minuto passou a ser importante. Quando tudo aconteceu, eu não tinha médico de referência, oncologista, nada… mas o meu plano de saúde ofereceu todo suporte que precisei. Hoje, faço meu acompanhamento com a equipe da Unimed-BH e sou muito grata a todo cuidado que recebi.

E uma coisa que aprendi com tudo isso: nada acontece por acaso. Se para me tornar uma pessoa melhor foi necessário acontecer dessa forma, vou aproveitar ao máximo o tempo que ganhei para fazer tudo diferente!

Foi daí que nasceu o De Volta na Volta, um projeto que vai muito além de completar maratonas e superar desafios, e que está sendo o meu recomeço e o recomeço de muitos. O De Volta na Volta é uma resposta às novas chances que a vida nos dá. Ele nasceu com o objetivo de promover a saúde e hoje, dez meses depois do diagnóstico, fiz a volta da minha vida… da minha nova vida. Voltei a correr oficialmente na Volta Internacional da Pampulha e consegui completar a prova. Nesse dia me superei. Me sinto grata e feliz de estar de volta, não só às corridas, mas à vida!

Agradeço a todos os médicos e profissionais de saúde que cuidaram de mim em toda essa caminhada, em especial, a esses: Dr. Marcilio José Rodrigues Lima, Dr. Bruno Lemos Ferrari e Dra. Ana Carolina Guimarães de Castro, que sempre me atenderam prontamente e foram muito humanos e sensíveis. Eles me acompanharam com muito cuidado e me tranquilizaram durante todo o período em que estive doente. E agora, durante o acompanhamento também. Por isso, estou muito segura em relação ao tratamento.

Além do acompanhamento médico que faço, também cuido da alimentação. Durante o tratamento, mudei meus hábitos alimentares, eliminando o consumo de açúcar e alimentos refinados. Diminuí o consumo de alimentos processados e industrializados. E mantive esse hábito mesmo depois de curada, pois acredito que a alimentação é fundamental para a manutenção da saúde. Meus exames apresentaram uma melhora significativa e me sinto bem melhor e mais disposta com esse novo estilo de vida.

Todos os dias, quando acordamos, temos a oportunidade de fazer diferente e melhor… Nossas escolhas refletem naquilo que somos e queremos pra nós! Eu quero “ser” viva e não apenas “estar” viva, e isso faz toda a diferença!

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